Cleiton de Castro Personal Trainer

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21/8/07

Vírus do resfriado pode estimular ganho de peso!

CHICAGO, EUA (AFP) - Um vírus comum que causa resfriados pode também ser um fator de obesidade, segundo um estudo divulgado nesta segunda-feira e que oferece nova evidência de que os problemas de peso podem ser contagiosos.

O adenovírus-36 (Ad 36) já foi associado como causa de ganho de peso em animais mas, com esta pesquisa, cientistas mostraram pela primeira vez que também pode causar um aumento de peso em humanos.

A descoberta poderia acelerar o desenvolvimento de uma vacina ou medicação antiviral para ajudar a combater o ganho de peso, aliada à dieta e a exercícios.

"Não estamos dizendo que um vírus é a única causa da obesidade, mas o estudo acrescenta evidências de que alguns casos podem envolver infecções virais", informou Magdalena Pasarica, especialista em obesidade do Pennington Biomedical Research Center da Universidade do estado de Louisiana, em Baton Rouge.

Um estudo prévio havia encontrado provas de que quase um terço das pessoas obesas estão infectadas com o vírus, contra aproximadamente uma em cada 10 pessoas magras.

Experiências de laboratório mostraram que o vírus parece promover a formação de células de gordura através de células-tronco.

A equipe tomou células-tronco adultas do tecido adiposo de pacientes que passaram por uma liposucção, um procedimento para retirar a gordura do corpo, e expuseram uma parte ao Ad-36.

Depois de uma semana de crescimento em laboratório, a maior parte das células-tronco infectadas com o vírus se desenvolveram em células gordurosas, enquanto que as células que não estiveram em contacto com o vírus não se modificaram.

Não está claro quanto tempo o vírus fica no sistema humano ou se este efeito prossegue depois que o corpo se libera do vírus, indicaram os cientistas.

Um estudo realizado em animais concluiu que continuavam obesos até seis meses depois de debelada a infecção.

"Nem todas as pessoas infectadas desenvolverão a obesidade", estimou Pasarica. "Gostaríamos de identificar os fatores subjacentes que predispõem algumas pessoas obesas a este vírus e eventualmente encontrar uma maneira de tratá-lo".

Pasarica apresentou os resultados de seu estudo numa reunião da American Chemical Society en Boston.

 

Fonte:www.yahoo.com

criado por cleitondecastro1    8:33 — Arquivado em: Sem categoria

18/8/07

Brasileiro faz pouco exercício físico!

"O brasileiro é um povo sedentário". Duas pesquisas do início do ano mostram que a população atual gasta bem menos calorias por dia do que gastava há 100 anos. Isso explica porque a falta de atividade física afeta cerca de 70% da população brasileira, mais do que a obesidade, a hipertensão, o tabagismo, o diabetes e o colesterol alto, além de ser causador direto desses outros problemas.

O estilo de vida atual do brasileiro pode ser responsabilizado por 54% do risco de morte por infarto e por 50% do risco de morte por derrame cerebral, as principais causas de morte em nosso País. "A falta de atividade física é assunto de saúde pública", afirma Rodrigo Reis, doutor em Atividade Física e Saúde e professor do programa de pós-graduação da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR).

Em Curitiba, segundo pesquisa do Instituto Nacional de Câncer (Inca), 40,1% das pessoas entre 15 e 69 anos são insuficientemente ativas. "Isto quer dizer que fazem menos de 30 minutos de exercícios em pelo menos três dias por semana", esclarece Reis. Curitiba, segundo o Inca, é a 12.ª capital entre 15 pesquisadas onde menos se faz exercício de maneira satisfatória, atrás de São Paulo (35,4%) e Porto Alegre (30,4%), mas à frente de Florianópolis (44,4%) e do Rio de Janeiro (43,7%).

"Tem-se esta idéia errônea que em cidades litorâneas se faz mais exercícios físicos, mas a pesquisa mostrou que, quanto mais urbano o ambiente, mais sedentária é a população", revela o professor. "A mudança demográfica dos últimos 50 anos, com a população indo do campo para a cidade, e a transformação do trabalho braçal para intelectual certamente foram determinantes para esta situação", diz.

Reis compara que a insuficiência de atividade física acontece em quase todo o mundo ocidental, mas que o brasileiro é especialmente "preguiçoso". "Acredito que faltam opções de lazer para quem não pode pagar por uma academia, por exemplo, mas culturalmente as pessoas dão preferência para ficar em frente à TV do que correr no parque", aponta.

A pesquisa traz ainda dados curiosos. Mesmo levando em conta a atividade física realizada no trabalho, o Inca descobriu que quanto menor o poder aquisitivo da pessoa, menos exercício ela realiza. "E as mulheres também costumam fazer menos atividades do que os homens. Mas quando fazem, até por preferir academias do que a pelada do fim de semana, fazem com mais qualidade do que os homens", aponta Reis.

País enfrenta "epidemia" de obesidade

"Sempre odiei fazer exercícios. Quando tinha aula de educação física no colégio, era uma tortura", conta Elaine Mello. Com apenas 27 anos, sofrendo de pressão alta, a assistente administrativa é um retrato do que a pesquisa do Inca descobriu. Mãe do pequeno Fernando, de dois anos, Elaine conta que pretende educar o filho para fazer exatamente o oposto: já procura uma escola de natação para matricular o menino e diz que o estimula nos esportes.

"Um agravante para o sedentarismo no Brasil é que as crianças têm como modelos adultos que não fazem absolutamente nenhuma atividade física, alimentam-se de maneira completamente equivocada e que costumam deixá-los em frente à TV tempo demais", enumera o cardiologista Mário Sérgio Cerci.

Para ele, o País enfrenta uma epidemia de obesidade, opinião corroborada por outra pesquisa, levado a cabo pelo Ministério da Saúde, que aponta o sobrepeso e a obesidade como a segunda causa evitável de câncer, atrás do tabagismo. Em 2003, o excesso de peso atingia, em média, quatro em cada dez brasileiros adultos. "A obesidade mórbida já atinge cerca de 1,5 milhão de pessoas no País", cita o cardiologista.

Além disso, o especialista revela que as pessoas só procuram um médico depois de já apresentarem problemas de saúde devido à falta de exercícios e ao sobrepeso. Elaine conta que trabalha quase o dia inteiro sentada e que sua empresa não tem um programa de ginástica laboral. "Admito que não costumo fazer consultas médicas freqüentemente". Para Cerci, são estes hábitos que tornam Elaine candidata a problemas coronários num futuro próximo.

Indo na contramão das pesquisas, dona Enélia Gomes Jacintho, com 69 anos, é uma "rata de academia". "Há um ano e meio, de segunda a sexta, faço exercícios na academia", conta. Nesse período, curou diversas dores de articulações que sentia nas pernas e nos braços, perdeu peso, sente-se mais disposta e até conseguiu evitar uma cirurgia que faria em um dos pés.
Sempre ciceroneada por um dos monitores da academia, conta que quando não vai ao local sente falta até do ambiente. Um dos professores da academia, o carioca Leonardo Freitas, fala que no início se surpreendeu com a energia de dona Enélia, que para ele, é maior do que a de muitos jovens. "É comum ver muita gente desistir da academia, mas ela nunca falta".

Outro fator que chamou a atenção do professor é a diferença entre a capital fluminense e a paranaense. "Aqui as pessoas parecem menos preocupadas com a estética, procurando fazer atividades físicas mais como uma maneira de melhorar a qualidade de vida do que ficar sarado".

Mas para que este objetivo seja atingido sem problemas, dá alguns conselhos. "É importante marcar uma consulta com seu médico de confiança. Depois, mesmo que não queira freqüentar uma academia, procurar um profissional de educação física, que saiba avaliar e prescrever exercícios e aconselhar nos esportes", aponta. Outro fator que deve ser levado em conta é a alimentação. "É sempre bom procurar o aconselhamento de uma nutricionista . Muitas academias, como a nossa, já oferecem estes serviços aos alunos".

Fonte:Paraná On-Line 14/8/2007

criado por cleitondecastro1    17:10 — Arquivado em: Saúde

Os pais são responsáveis pelos resultados?

Medicina Esportiva 
Os genes e o esporte: os pais são responsáveis pelos resultados?

 
Todos nós sabemos que pais e quem sabe os avós de atletas campeões também foram campeões. Além disso, proprietários de cavalos de corrida gastam milhões de dólares na compra de pais garanhões para criar vencedores. Isto nos mostra que campeões nascem e se você não tem o gene de campeão, você nunca poderá ter sucesso verdadeiramente, não importando o quanto você treine. Em outras palavras, se seus pais não são ou foram campeões, você estaria perdendo seu tempo praticando seu esporte preferido.

Mas se há a possibilidade de produzir campeões, por que nem todos cavalos de corrida, criados para o desempenho, se tornam campeões? A razão é que existem também, outros fatores além da hereditariedade, que desempenham um papel importante na performance.

Os genes são mais ou menos importantes

Não há como fugir disto; os genes determinam nosso potencial para o desenvolvimento de várias características estruturais e funcionais importantes na determinação do desempenho esportivo. Por exemplo, para ser um pivô bem sucedido na Associação Nacional de Basquete, você deve ter o gene para estatura alta. Entretanto, outras características, como dieta, treinamento e outros fatores ambientais desempenham um grande papel na expressão do potencial genético.

Por exemplo, você deve ter o potencial genético para peso corporal baixo, mas se você comer muito e se exercitar pouco poderá superar esta herança genética e ser tornar obeso. Portanto, algumas características, como a altura, são fortemente influenciadas pelos genes, embora outras, como a circunferência abdominal, são menos afetadas pelos genes e são mais influenciadas pelo ambiente.

A tabela 1 ilustra a força ou intensidade com que os genes afetam algumas características estruturais, funcionais e de desempenho do organismo. As características da tabela para as quais os genes exercem efeito de leve a moderado (ex: equilíbrio, tempo de reação, precisão de movimentos) parecem ser mais fortemente influenciadas pelo treinamento, dieta e outros fatores ambientais que outras características como força e flexibilidade, para as quais os genes exercem um forte efeito.

Tabela 1. Efeitos dos Genes na Estrutura, Função e Desempenho

Os genes também determinam a velocidade e o grau com que as características de desempenho corporal respondem ao treinamento, dieta e outros fatores ambientais. Para uma determinada característica, como a "endurance" aeróbica ou força muscular, algumas pessoas apresentam uma resposta forte ao treinamento enquanto que outras respondem de forma fraca a moderada em resposta ao mesmo treinamento.

E o que significa é que mesmo que seu potencial genético para distância de corrida seja menor que de um competidor, você poderá ser capaz de desenvolver este potencial mais rapidamente e integralmente pelo treinamento intenso que poderá superar seu oponente. Não há pesquisas suficientes sobre o poder de influência dos genes na resposta individual ao treinamento, mas a tabela 2 lista algumas das conclusões mais atuais a partir desta pesquisa.

Tabela 2. Efeito dos Genes na Resposta do Exercício ao Treinamento

Provavelmente o efeito genético fraco sobre a resposta da força ao treinamento de resistência será maior quando os estudos forem realizados com um grande número de sujeitos. O efeito do treinamento na potência máxima em 10 segundos foi afetado fracamente pelos genes, possivelmente porque as técnicas e o tempo de reação, ambos pouco afetados pelos genes, são mais importantes que a força bruta, mais afetada fortemente pelos genes.

Campeões em nível de elite deveriam ser peritos nas técnicas e táticas, além de serem dotados de atributos genéticos necessários determinados para o sucesso em certo esporte. Atletas menos bem dotados geneticamente, mas que possuem talento para as táticas e técnicas, podem se tornar campeões de competição em nível amador.

A possibilidade de você ser um campeão é determinada por:

1) Muitas das suas características estruturais, funcionais e de desempenho antes do treinamento;
2) Treinamento adequado, repouso e nutrição;
3) A velocidade e o grau com que estas características se adaptam ao treinamento;
4) Seu controle nas táticas e técnicas no seu esporte. É provável que atletas de elite sejam aqueles que iniciam com níveis superiores das características necessárias para o sucesso no seu determinado esporte, respondam ou melhor ao treinamento naquelas características e que controlam as táticas e técnicas necessárias.

Entretanto, em nível amador de competição, você pode compensar sua falta de potencial genético com um bom treinamento e nutrição e controlando as táticas e habilidades necessárias para o alcance da excelência no seu esporte.

Para um determinado indivíduo, não é possível predizer se ou não ou o grau com que as características como a habilidade de impulsão vertical irá responder ao treinamento. Além disso, muitos atletas alcançam um patamar em que necessitam treinar com mais freqüência e mais fortemente para obter cada vez mais menos benefícios no desempenho. Quando atletas alcançam este patamar, é possível que eles tenham alcançado seu limite genético.

Embora sua herança genética possa influenciar no sucesso em uma determinada atividade ou esporte, esta herança é provavelmente muito complexa para ser completamente conhecida ou compreendida. Sabe-se que não é provável que exista a possibilidade de uma alteração genética "mágica" dos genes pela engenharia genética porque há o envolvimento de vários genes, interação entre os diferentes genes e há interações entre os genes e o ambiente.

GSSI do Brasil
O Gatorade Sports Science Institute (GSSI) é uma instituição sem fins lucrativos, fundada em 1988, por Gatorade, que tem como objetivo principal compartilhar informações e expandir os conhecimentos nas áreas de nutrição e ciências do esporte. Sua missão é ajudar praticantes de atividade física a otimizarem sua saúde e performance através de pesquisas e ações educacionais sobre hidratação e ciência da nutrição.

criado por cleitondecastro1    17:04 — Arquivado em: Saúde

5/8/07

Seus resultados dependem da sua Genética?

Por que precisamos nos preocupar com a genética?

Para se ter um bom desempenho no esporte, é fundamental que se faça um bom treinamento. Mas, além disso, é preciso ter talento para conseguir se sobressair. O talento esta diretamente relacionado com características hereditárias. Os nossos genes determinam as nossas características físicas como altura, comprimento dos ombros entre outras.

Um nadador precisa ter uma certa distância entre as mãos e os braços abertos, porque isto irá ajudar a gerar um maior arrasto quando estiver nadando. A determinação da performance através da hereditariedade vai além das características anatômicas. A quantidade de fibras musculares rápidas ou lentas também é influenciada pela genética. Enfim, para ter uma boa performance no esporte escolhido para treinar e se destacar dependemos de características corporais adequadas e boa capacidade física antes de iniciar os treinos. A partir daí estimulados com treinamento, dieta e descanso adequados devemos apresentar uma genética que permita uma boa resposta a este treinamento.

Não há como fugir; os genes determinam nosso potencial para o desenvolvimento de várias características estruturais e funcionais importantes na determinação do desempenho esportivo. Mas caso você não tenha um avô ou pai campeão, existem fatores que também influenciam no seu sucesso:

1º - características estruturais, funcionais e de desempenho antes do treinamento

2º - um treinamento adequado com repouso e uma boa nutrição;

3º - velocidade e o grau com que estas características se adaptam ao seu treinamento

4º - controle nas táticas e técnicas na modalidade esportiva que escolheu para treinar.

Caso tenha estas condições nunca esqueça que você pode alcançar seu limite genético e para melhorar vai necessitar treinar com mais freqüência e mais forte para obter cada vez mais benefícios menores em seu desempenho. Embora uma herança genética privilegiada possa influenciar no sucesso em uma determinada atividade ou esporte, nunca esqueça que além de treinar, temos nossa profissão, família e uma relação pessoal que também faz parte do seu dia a dia. Portanto é importante avaliar se alguns segundos que pode ganhar em desempenho não vão prejudicar o resto de suas obrigações. Pense nisso e bons treinos.

criado por cleitondecastro1    11:51 — Arquivado em: Sem categoria

Mulheres e Saltos altos

Joelho das mulheres sofre com o uso de saltos altos
por Dr. Ari Zekcer

Ele é peça fundamental do guarda-roupa feminino e algumas mulheres simplesmente não vivem sem. Mas a maioria dos médicos e pesquisadores condenam o salto alto e o acusam como um vilão à saúde dos joelhos.

Salto do tipo agulha, bico fino, escarpinm entre outros. A lista de calçados que podem trazer problemas para a saúde feminina é grande e mostra que a vaidade pode custar caro. Os principais sintomas da má escolha do calçado incluem torções e fraturas, além de outros males menores como calosidades e deformidades nos dedos.

Estruturalmente, os joelhos de homens e mulheres não apresentam diferenças. Mas, no caso delas, os problemas nos pés são quatro vezes mais freqüentes e a incidência de artrite é duas vezes mais comum a partir dos 65 anos de idade. Estima-se que mais de 3% da população mundial com idade acima de 55 anos sofra de dores fortes em conseqüência de artrite no joelho.

As mulheres já têm uma tendência natural a ter joelhos valgos (voltados para dentro, em forma de “x”), o que contribui para a inclinação da patela, um pequeno osso em forma de pirâmide que se articula com o fêmur e protege a articulação do joelho. Isso, associado ao uso de saltos altos, favorece o desgaste da patela.

Os saltos altos e finos são ainda piores, já que a mulher tem de andar com os joelhos flexionados e se equilibrando, o que exige mais esforço tanto da patela como do fêmur. As melhores formas de prevenção são optar pelos calçados do tipo plataforma ou anabela, mais baixos (até 4 centímetros), e alongar periodicamente os músculos da coxa e da panturrilha.

O resultado estético pode não ser o mesmo, mas, em termos de saúde e bem estar, essa mudança vale a pena. De modo geral, é possível dizer que, quanto mais altos e finos forem os saltos, mais danos eles causarão à saúde.

Como não existe sapato ideal, uma boa saída é optar pelas plataformas. Elas são mais uniformes e, por isso, distribuem melhor o peso do corpo. Confira algumas dicas para não prejudicar o joelho:

Ande com o calçado na loja para verificar se oferece bom equilíbrio.

Priorize o conforto do modelo e não sua aparência.

Opte por modelos com a sola macia.

Sapatos com saltos e bicos quadrados proporcionam mais estabilidade e conforto

Guarde os saltos agulha e scarpins para ocasiões especiais. Eles não proporcionam boa estabilidade e facilitam as torções de joelho ou tornozelo.

Dr. Ari Zekcer

Ortopedista, cirurgião de joelho e médico do esporte pela UNIFESP. Para entrar em contato: www.arizekcer.com.br

criado por cleitondecastro1    11:44 — Arquivado em: Saúde

2/8/07

Exercícios para Varizes e Vasos!

As varizes são veias que surgem principalmente nas pernas e que podem provocar além de dor, cansaço e sensação de peso e outros problemas como manchas, úlceras,eczemas e até hemorragias.

As causas desta doença são o tratamento de reposição hormonal, o uso de anticoncepcional, o sedentarismo, a obesidade e o tabagismo. A pessoa que fica muito tempo sentada ou em pé também pode ser afetada com o surgimento de varizes.

Mas especialistas dizem que uma prática rotineira de algum tipo de atividade física, pode ajudar a impedir o aparecimento deste problema.

Entre os tipos de atividades mais recomendadas para evitar as varizes,que ataca tanto homens,quanto mulheres, estão a caminhada, a corrida,andar de bicicleta, musculação ou hidroginástica.

criado por cleitondecastro1    14:18 — Arquivado em: Saúde
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