Cleiton de Castro Personal Trainer

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25/6/08

Mulheres no pedal

 

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As diferenças não estão só no tamanho da bike e na resistência muscular. Existem mais peculiaridades no treinamento de ciclismo para mulheres. Confira as dicas de como aperfeiçoar seu treino, escolher acessórios e ter sucesso nas pedaladas

24/06/2008
Por Cesar Candido dos Santos

Durante muitos anos, as mulheres que praticavam ciclismo eram obrigadas a se adaptarem aos equipamentos feitos exclusivamente para o universo masculino. Hoje, este cenário mudou e grandes fabricantes produzem acessórios para o público feminino que vão muito além dos detalhes cor-de-rosa. Tudo é pensado e desenvolvido para propiciar maior conforto e desempenho para a mulher na prática do esporte.

“Pedalo há quase dez anos e, no início, achei que esses produtos exclusivos para mulheres não passavam de uma jogada de marketing. Mas estava enganada e, hoje, me sinto mais segura em utilizar esses equipamentos. Eles melhoram a qualidade do meu pedal, sem falar que são mais bonitos”, afirmou Roberta Gomes, 36, diretora comercial.

Bicicletas e acessórios
A grande diferença em uma bicicleta feminina é o tamanho do quadro, que possui mudanças em sua estrutura para se adaptar às necessidades das mulheres. A principal alteração é uma menor distância entre o selim e o guidão, já que as mulheres geralmente possuem torso e braços menores que os homens. Além disso, devido ao tamanho menor das mãos femininas, os fabricantes desenvolveram guidões com uma curva mais acentuada e manetes de freios e de câmbios mais próximos, para facilitar a pegada e aumentar a segurança.

Outra mudança nas bikes femininas são os selins, que são mais largos para se adaptarem melhor aos quadris femininos. Eles possuem depressões e estrutura para evitar desconfortos vaginais, como assaduras e dormências. Já as pedivelas têm um tamanho reduzido e, em alguns modelos, três coras, o que permite uma variação maior da velocidade.

Para combinar com as cores mais delicadas das bicicletas, hoje o mercado disponibiliza uma série de acessórios como capacetes, bermudas, camisetas, luvas e sapatilhas com tons femininos, todos desenvolvidos para trazer mais conforto e preservar a beleza das mulheres.

Treinamento
Apesar de o mercado do ciclismo estar cada vez mais voltado para a produção de produtos específicos para o mundo feminino, estão enganados aqueles que pensam que as mulheres são mais fracas fisicamente e, por isso, não podem treinar no mesmo pelotão que os homens. “Existem mulheres que pedalam até melhor que os homens, então costumo dar o mesmo treino para ambos os sexos, até porque em muitas provas não existe esta diferenciação e elas terão que percorrer a mesma distância”, afirmou Ronaldo Martinelli, treinador da 5 Ways Sports Consulting, que completa: “Na teoria, a mulher tem uma condição física inferior, mas na prática, entre os amadores, isto não existe, o que diferencia é apenas o nível e o tempo de treinamento”.

“Ao contrário do que muitos pensam, a parte inferior das mulheres é bem parecida com a dos homens, elas não são mais fracas. Então, não é preciso formar grupos de treinos só com mulheres. Até porque é mais difícil. Um pelotão só de mulheres seria bom para o convívio, mas o rendimento não muda muito”, disse Enzo Amato, treinador da Way2Run Assessoria Esportiva.

“Nunca tive dificuldade de acompanhar os meninos. Na verdade, como treino há bastante tempo, muitas vezes alguns deles não conseguem manter o mesmo ritmo que eu”, contou Roberta Gomes.

A única grande diferença no treino das mulheres é em relação ao período pré-menstrual, mas isto é algo muito individual e varia de pessoa para pessoa. Então, não sinta vergonha de conversar com o seu treinador sobre o assunto.

“Varia muito em cada mulher, mas é normal durante o período pré-menstrual o rendimento das atletas cair um pouco. Os treinadores sabem disso, mas as alunas nem sempre se sentem à vontade para falar sobre isso com um homem”, comentou Ronaldo. “Existem mulheres que precisam de uma pausa no treinamento, já outras não se incomodam. Mas é algo que pode ser conversado, pois depende do objetivo de cada uma, se a atleta não for profissional, uns dias sem treinar não irá atrapalhar o desempenho”, completou Enzo.

criado por cleitondecastro1    15:02 — Arquivado em: Saúde

24/6/08

Musculação e Anabolizantes

Benefícios da musculação e o envolvimento de anabolizantes na atividade física
Diário da Serra - Noticias/ MT - Musculação - 21/06/2008

A musculação é um dos exercícios físicos mais praticados no Brasil e vem crescendo entre os mais jovens e a terceira idade, na busca de melhor condicionamento. Hoje em dia, o número de pessoas que aderem a esse esporte aumentou gradativamente e o indicado, é o exercício com pesos, sendo esta a melhor maneira de ganhar massa muscular.

Uma grande vantagem é poder treinar cada grupo muscular separadamente conforme a necessidade. Assim, é intensamente utilizado como forma de reabilitação até na terceira idade. Sua prática correta e orientada por um profissional competente, traz resultados surpreendentes e importantes na redução do risco de lesões. Uma hora de musculação de baixa carga queima aproximadamente 230 calorias.

A busca de um corpo escultural tem aumentado cada vez mais, podendo-se dizer que acabou virando moda entre jovens e adultos, homens e mulheres. E essa ansiedade de alcançar a forma perfeita, acabou gerando um certo "preconceito" entre a sociedade, devido ao uso de medidas tóxicas como os ´anabolizantes´.

Essas toxinas surtem vários efeitos secundários em consumidores que não necessitam do mesmo, como o crescimento anormal das mãos, face e pés dentre outras deformações ósseas e doenças como diabetes, distúrbios na tiróide, aumento das glândulas mamárias dos homens, problemas cardíacos graves, doença de Creutzfeldt-Jakob (equivalente humano da doença das vacas loucas), suores e oleosidade na pele.

Então nada melhor que esperar que o tempo e muita força de vontade possa proporcionar o corpo desejado por todos.

criado por cleitondecastro1    13:11 — Arquivado em: Saúde

23/6/08

Conheça a vigorexia!

Conheça a vigorexia, o culto exagerado ao corpo

A vigorexia é um dos extremos da preocupação exagerada com a forma física. Enquanto a anorexia e a bulimia são mais freqüentes em mulheres, que deixam de se alimentar ou comem para depois vomitar porque acreditam estar gordas, a vigorexia afeta mais os homens que desejam desenvolver seus músculos, já que se vêem fracos e doentes. A vigorexia associa beleza com músculos definidos e é um transtorno vinculado a problemas de personalidade.

Um corpo perfeito.

Conseguir um corpo perfeito é prioridade para milhões de pessoas ao redor do mundo que querem ficar dentro dos padrões de beleza estabelecidos pelo cinema, moda, televisão, publicidade, amigos, etc., e transformam esse objetivo em escravidão.

A vigorexia não tem relação com a prática regular e saudável de esportes, nem com o culturismo, a prática de exercícios físicos dirigidos ao excessivo desenvolvimento dos músculos. No entanto, entre os seguidores do culturismo costuma haver pessoas com vigorexia. Homens jovens, sem maturidade e com baixa auto-estima são as principais vítimas da vigorexia, mas os casos entre as mulheres têm sido mais freqüentes. Assim como quem sofre de anorexia e bulimia, as pessoas com vigorexia precisam de tratamento médico e psicológico.

O complexo de Adônis.

As pessoas com complexo de Adônis consideram que todos os sacrifícios são pouco para conseguir um corpo perfeito. É uma corrida sem fim, porque a imagem vista no espelho por alguém com vigorexia é sempre a de uma pessoa sem músculos e, portanto, sem qualquer atrativo físico.

Essa corrida para obter o corpo perfeito começa com dependência doentia da academia e da prática de esportes, com mudança de dieta, baseada em proteínas e carboidratos e, freqüentemente, com o consumo de anabolizantes e esteróides. A auto-estima diminui, e a necessidade de fazer atividade física o tempo todo afasta a pessoa com vigorexia dos amigos, da família, do trabalho e de qualquer outra atividade. Ela se torna um ser introvertido e fechado.

A frustração que acompanha a vigorexia pode explodir em episódios de grande violência. Isso acontece principalmente quando o entorno sócio-cultural elogia um homem atlético, forte e temido.

Uma má saúde física.

Ao contrário do que se possa pensar, uma pessoa com vigorexia não está fisicamente saudável. Ossos, tendões, articulações e músculos sofrem as conseqüências do exercício excessivo, e lesões de todo tipo são freqüentes.

Diante da dor produzida pela forte intensidade da atividade física, o corpo libera endorfinas para reduzi-la. A quantidade de endorfinas aumenta proporcionalmente ao tempo dedicado aos exercícios, tornando a pessoa "viciada" nesta substância e, com isso, em academia.

A alimentação pobre em gorduras e rica em carboidratos e proteínas causa transtornos metabólicos, que se agravam com o uso de anabolizantes e esteróides. Problemas cardíacos, renais e hepáticos, retenção de líquidos e atrofia testicular são apenas alguns dos distúrbios associados à vigorexia.

Prevenir e curar.

As crises de auto-estima e pânico em fracassar costumam começar na adolescência, por isso é fundamental orientar o jovem sobre a prática saudável de uma série de atividades, entre elas o esporte. Com a atividade física, o jovem aprenderá a diferenciar entre procurar uma boa imagem de si mesmo, o que é bom, e se prender a um determinado modelo sócio-cultural, que pode levar à frustração e se transformar em uma doença.

Geralmente, a vigorexia afeta homens de entre 18 e 35 anos, mas em muitos casos os problemas que levam à obsessão pelo desenvolvimento dos músculos começam na puberdade. Resgatar a auto-estima é fundamental para a pessoa com vigorexia, assim como para quem sofre de anorexia e bulimia. Trata-se de recuperar a imagem e modificar comportamento e hábitos para poder se aceitar de novo.

O tratamento psicológico deve ser acompanhado de orientação médica sobre alimentação e desintoxicação de produtos como anabolizantes e esteróides. A atividade física não deve ser cortada, mas é preciso reduzir gradativamente o tempo e intensidade de exercício.

criado por cleitondecastro1    10:53 — Arquivado em: Saúde

20/6/08

O estresse engorda?

O estresse engorda?

Por Daniela Ávila Hueb (*)

São Paulo, 19 (AE) - Até algum tempo atrás se acreditava que o estresse era usado por várias pessoas como uma bela justificativa para o porquê dela estar acima do peso. A novidade, no entanto, é que a ciência evolui e pesquisas recentes comprovaram que alguns gordinhos tinham razão: o estresse realmente pode engordar. Porém, antes de sair por aí usando isso com uma muleta para se acomodar com o sobrepeso ou com a obesidade, saiba que se trata de um fator real e que necessita de tratamento.

O estresse é sinônimo para tensão e agitação. Em fisiologia, ou em condições de saúde, significa uma situação essencial à vida, ou seja, uma reação não específica do organismo a qualquer exigência. Ele começa a ser patológico quando ultrapassa uma faixa de normalidade além da essencial à sobrevivência. Na pré-história, essa situação de estresse podia ser ilustrada facilmente pela cena clássica de matar (atacar) ou morrer (fugir) entre homens e animais.

Hoje, no entanto, não precisamos mais sair à caça do nosso alimento, mas os desafios da sobrevivência passaram a ser tão árduos quanto. Somos pressionados para cumprir metas intelectuais ou mesmo braçais, dependendo da profissão. Estressamos por não obter sucesso da concorrência, pelas buzinas no trânsito, pela infeliz dependência de pessoas de competência limitada, pelo mau desempenho sexual, pelo próprio desprezo social. Sofremos ainda com o relacionamento estremecido com amigos e ou familiares, com a carência afetiva e desamparo, com o mau comportamento dos filhos e até com a cobrança com a nossa aparência física.

Quando estamos acima do peso, por exemplo, estressamos por vergonha de entrar numa loja para comprar roupas de numeração maior do que as normais, pelo preconceito contra os obesos, por não haver poltrona adequada tanto em ônibus quanto em aviões. Outras situações também podem despertar tensões, como os comentários e apelidos jocosos por ser mais conhecido por ser gordinho ao próprio nome, por não conseguir descansar e dormir devido à apnéia do sono e também pelas várias doenças que têm a obesidade como base, como diabetes tipo 2, problemas cardiovasculares e resistência insulínica.

O estresse por si só não nos faz engordar. O que faz o ponteirinho da balança subir é quando esse nível se pronuncia de forma excessiva, provocando uma pane interna no sistema orgânico. Quando estamos muito estressados as glândulas supra-renais, aquelas situadas sobre os rins, liberam os principais hormônios do estresse: a adrenalina e o cortisol, aquelas mesmas que nos preparam para lutar ou fugir. Quanto mais estressados estamos, mais aumenta a produção desses hormônios, a aceleração do metabolismo, a respiração e os batimentos cardíacos.

Além disso, durante esse período sentimos mais fome e necessidade de consumir alimentos ricos em carboidratos e gorduras não saudáveis porque eles fornecem energia mais rapidamente. O estresse também aumenta o nível de glicose no sangue e a produção de insulina pelo pâncreas faz com que o intestino e a bexiga não funcionem corretamente, podendo provocar inchaço e acúmulo de gordura.

Na pré-história, os homens não engordavam facilmente porque eram forçados a correr, lutar ou fugir, o que ajudava a gastar este "boom" de energia proporcionada pelo estresse. Nos dias de hoje, no entanto, as pessoas estressam e não gastam esta energia extra, por isso engordam tão facilmente.

Os alimentos não podem ser encarados como nossos inimigos, embora o medo de engordar já desencadeie um estresse por si só. Porém, um simples e prazeroso jantar não deve se transformar num momento de grande tensão, pois isso tende a aumentar as chances de ganhar uns quilinhos a mais.

Isso não significa que devemos apenas relaxar e sair comendo tudo o que vemos pela frente. O que irá determinar o ganho ou não de peso é a qualidade dos alimentos que ingerimos. Alguns colaboram para acelerar o metabolismo, como grãos e cereais integrais, peixes e carnes magras, gorduras insaturadas e alimentos fibrosos, como frutas, verduras e legumes. Outros, no entanto, contribuem para a sua desaceleração, como gorduras animais (as saturadas), leite e derivados, alimentos industrializados e que contenham gordura trans, como pão francês, biscoitos, doces, massas e açúcares, entre outros.

O controle do estresse é apenas um dos fatores que pode influenciar no emagrecimento. Porém, o que realmente faz o peso baixar é o controle efetivo do apetite, a alimentação correta para combater os radicais livres e o processo inflamatório intenso, a prática de atividade física moderada, o equilíbrio e sintonia dos vários hormônios, inclusive os tireoidianos.

Não deixe a saúde de lado com a desculpa de falta de tempo. Se não arrumar uns minutinhos para cuidar hoje da saúde, amanhã precisará de um momento forçado para cuidar de uma doença. Pense melhor quando o assunto é o cuidado com o seu corpo e bem-estar e não espere para valorizá-los apenas quando estiverem ameaçados. Até mesmo porque isso gerará mais estresse e você poderá engordar mais ainda.

criado por cleitondecastro1    8:46 — Arquivado em: Saúde

17/6/08

Por que meu joelho dói no frio?

 

Muitas pessoas sentem dores nas articulações quando a temperatura do ambiente diminui, no entanto, não sabem porque isso ocorre

Muitas pessoas sentem dores nas articulações quando a temperatura do ambiente diminui, no entanto não sabem porque isso ocorre. Isso pode ser explicado basicamente por dois fatores.

O primeiro, está relacionado com a alteração das propriedades físicas dos fluídos que compõem o corpo humano. Por exemplo, o líquido que lubrifica as articulações (sinovial) fica mais espesso, dificultando o deslizamento articular, causando mais desconforto doloroso em pessoas portadoras de osteoartrose.

O segundo, está relacionado com os mecanismos que o próprio corpo desenvolve para tentar diminuir o efeito do frio sobre o nosso organismo. Aqui se enquadram as contrações musculares rápidas e involuntárias (tremores) que buscam produzir mais calor e têm como conseqüência a tensão e fadiga muscular e sobrecarga nos tendões.

O aumento da taxa metabólica para aumentar a produção interna de calor exige um maior consumo de energia, o que também leva à fadiga, caso a pessoa não se alimente corretamente (por isso a fome aumenta no inverno). Ao mesmo tempo, a redução do fluxo sanguíneo na superfície do corpo (mãos e pés ficam gelados) para evitar a perda de calor, diminui a oferta de oxigênio para os tecidos, dificultando a agilidade e a potência da musculatura.

Um programa de atividades físicas específicas no tempo frio, pode otimizar a irrigação sanguínea, aumentar o controle muscular (propriocepção) e a flexibilidade.

Por isso enfrente o frio!!!

criado por cleitondecastro1    11:12 — Arquivado em: Sem categoria

Exercício aeróbico pode diminuir apetite.

Washington, 16 jun (EFE)

Um grupo de voluntários com excesso de peso que fez exercícios aeróbicos durante três meses teve, além de uma diminuição de gordura corporal, uma ingestão menor de calorias vinculada a uma redução do apetite, conforme indicou um estudo apresentado hoje nos Estados Unidos.

Uma equipe de pesquisas do Hospital das Clínicas da Universidade do Chile, em Santiago, apresentou os resultados do estudo hoje na 90ª Reunião Anual da Sociedade de Endocrinologia, em San Francisco.

A diminuição na ingestão de calorias e a redução no índice de massa corporal estão vinculadas, segundo estes os pesquisadores, a níveis mais altos de uma proteína chamada fator neurotrófico cerebral (BDNF, na sigla em inglês).

Segundo uma das responsáveis pela pesquisa, Verónica Araya, a função principal desta proteína é a promoção do crescimento e da sobrevivência das células nervosas.

Porém, a informação mais recente obtida na pesquisa mostra, além disso, que a proteína está relacionada com a obesidade e o metabolismo, o que fez com que os médicos suspeitassem que poderia suprimir o apetite.

A equipe avaliou os níveis de proteína no sangue antes e após um programa de exercícios aeróbicos de três meses que teve participação de sete homens e oito mulheres, com idades entre 26 e 51 anos, que tinham excesso de peso ou eram obesos.

No começo das experiências, os participantes foram perguntados sobre sua ingestão de calorias e foi pedido que continuassem comendo como faziam anteriormente.

Os participantes não sabiam que um dos objetivos do estudo era a avaliação de mudanças na quantidade de comida ingerida.

Ao término do estudo, os voluntários apresentavam um índice mais baixo de massa corporal, uma redução da circunferência da cintura e da pressão sanguínea.

Além disso, os participantes disseram que passaram a consumir menos calorias que no começo do estudo.

Ao longo dos três meses aumentaram enormemente os níveis da proteína BDNF.

Segundo Araya, quanto mais alta era esta concentração, mais tinha diminuído a ingestão de calorias e maior era a perda de peso.

Dessa maneira, os pesquisadores chegaram à conclusão de que é possível que o aumento de BDNF suprima o apetite.

criado por cleitondecastro1    10:40 — Arquivado em: Saúde

2/6/08

Dicas Para Iniciar a Semana - 1

Nutrição e esporte

Quem pratica esportes deve ter uma alimentação especificamente planejada para maximizar o rendimento nos treinos. Fornecer o nutriente correto na hora certa pode ser a diferença entre ganhar ou perder uma medalha. Também pode ser a diferença entre desistir da academia depois de três meses porque não vê nenhum resultado, ou evoluir nos treinos e na motivação.

Se você pratica exercícios físicos, meu conselho é: procure um nutricionista esportivo. Mesmo que seu objetivo não seja o pódio olímpico ou a linha de chegada de uma maratona. Uma única consulta pode otimizar seus treinos e, conseqüentemente, seu tempo.

Mas tem duas dicas sobre nutrição muito úteis que você deve saber se faz esporte de qualquer intensidade.

Coma uvas-passas. A uva tem mais potássio que a banana, e as frutas secas concentram ainda mais o mineral. Já recuperei muito nadador com cãibras, incluindo frutas secas na alimentação.

Use a balança a seu favor. O peso é a somatória do líquido, massa muscular e gordura do corpo. Pesar-se sempre não é uma boa estratégia já que o treino aumenta a massa magra. Mesmo que você esteja emagrecendo, o peso pode não diminuir.

Mas a balança pode ser uma boa aliada na hora da hidratação. Pese-se antes e depois do treino. Se os ponteiros baixaram depois do exercício, nada de comemorar, você perdeu líquido. Multiplique o peso perdido por 1,5 para calcular o quanto deve repor de liquido. Por exemplo: se perdeu 200 g, deve beber 300 ml. Se estiver perdendo muito peso, está na hora de se hidratar melhor durante o treino.

Além disso, nunca, mas nunca mesmo vá treinar em jejum, nem fique sem comer após os exercícios. Mas esse é um papo para outro post. Por hora, garrafinha de água e uva-passa na sacola da academia.

criado por cleitondecastro1    9:42 — Arquivado em: Sem categoria
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