Cleiton de Castro Personal Trainer

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25/1/09

Duro de matar.

 

 Matéria pulicada: The Red Bulletin • 13 de abril de 2008 The Red Bulletin • 13 de abril de 2008

 

Equipe degolada pelo regulamento, Carlos Alves achou um merecido lugar na Nascar Motorsport.

 Piloto da Stock Car Brasil.

Duro de matar

Ele é quase invencível. Mesmo depois de ver a própria

Ele seria um dos maiores beneficiados. Mas não assinou. Carlos Alves deu as costas quando viu passar pelos boxes um abaixo-assinado pedindo a anulação da regra que garantia apenas as melhores equipes para a temporada 2008 – uma lista de privilegiados da qual seu time não fazia parte. E não se arrepende. “Nunca lutaria contra a Stock Car”, se orgulha de dizer. Ao lado de Ingo Hoffmann, é um dos últimos elos entre a Stock Car atual e aquela na qual estreou, em 1989. Um sobrevivente em meio à renovação do campeonato,promovida por meios tão naturais quanto comerciais.

 

Mesmo sem equipe própria, garantiu seu lugar na categoria, assinando pela Nascar Motorsport. Motivado como no ano de estréia. Carlão não atendeu às duas primeiras ligações da equipe do Red Bulletin porque estava na academia, cumprindo, aos 43 anos de idade, sua rotina de treinos físicos.

“Tenho mais vontade de acelerar agora do que quando tinha 25 anos. Eu gosto e apóio a renovação da categoria, estou muito feliz por ter confirmado minha participação”, afirma. Nada mais justo que ter a oportunidade de aproveitar o que ajudou a construir.

Quando a Stock Car ficou sem comando, em 1995, Carlão assumiu a liderança ao lado de outros pilotos, como Carlos Col, para tocar o barco, por assim dizer. “Nosso sonho era ter uma corrida na Rede Globo”, conta. “Fazíamos reuniões toda terça-feira à noite para definir os rumos da categoria. Eu sempre acreditei que ela pudesse chegar neste estágio e ajudei como pude”. Até colocando carros a mais no grid, ele conta. Na etapa de Guaporé, em 1992, convidou dois pilotos para correr sem custos nos carros de sua equipe porque, sem eles, a categoria teria apenas 11 inscritos.

Uma época em que apenas cinco pilotos enxergavam algum tipo de profissionalismo na Stock Car. Ele, Ingo,Chico Serra, Paulo Gomes e Adalberto Jardim. “A gente já vivia das corridas.Sabíamos que com alguma organização o automobilismo nacional tinha futuro.

E tudo o que tenho conquistei com a Stock Car”, reconhece. De lá até aqui, nada de moleza. Carlão lembra que teve dificuldades para fechar patrocínios recentemente. “Aumentamos a mídia, mas o número de carros cresceu,espalhando demais os patrocinadores. Uma situação que agora parece estabilizada”, acredita. Estabilizada como a carreira dele. “Agora é largar e chegar.Não tem mais aquela confusão, aquele medo de ficar fora do grid. Chegou a hora de aproveitar e estou curtindo muito acelerar na Stock Car. E se a idade influencia é positivamente! Até porque quem está andando na frente é o Cacá, que já não é tão garoto assim…Daqui a pouco ele está junto comigo”,brinca o piloto, que no currículo traz três vitórias e uma boa história para contar.

Valeu a pena lutar pela sobrevivência. Dele e da Stock Car. 

 

criado por cleitondecastro1    15:14 — Arquivado em: Meus Alunos — Tags:

Cada coisa (esporte) que inventam!

Os esportes mais estranhos do mundo

Os esportes mais estranhos do mundo

Leitor da PdH é sinônimo de leitor culto e bem informado.

Vagando em um mundo cibernético de curiosidades, deparei-me com esportes pra lá de esquisitos. O que os seres humanos não fazem pela competitividade, não acham?

Então é com prazer que trago aqui a lista dos esportes mais estranhos do mundo.

Xadrez-Boxe

Sediado em Berlim, possui até uma associação, a “World Chess Boxing Association”, cujo lema é: “Lutas se resolvem no ringue, guerras no tabuleiro”. Consiste em rounds de dois minutos de boxe, alternados com rounds de 4 minutos de xadrez. Coisa para brucutu inteligente.

Pólo de elefantes

Como o próprio nome já diz, é um jogo de pólo, porém ao invés de cavalos, joga-se com elefantes. Inicialmente eram utilizadas bolas de futebol, mas como os paquidermes adoravam pisar e esmagá-las, foram adotadas bolas convencionais de pólo.

Rolamento de queijo

Todo mês de maio, na localidade de Gloucestershire, acontece o evento que tomei a liberdade de traduzir como rolamento de queijo. Uma roda de queijo Gloucester é atirada rolando colina abaixo, e dúzias de participantes saem correndo atrás do veloz laticínio. Vence aquele que agarrar o queijo e cruzar a linha de chegada com ele.

Como característica primordial do evento, as velocidades dos participantes podem chegar a 110 km/h e sempre ocorrem fraturas nos participantes. Ambulâncias ficam de prontidão para atendê-los, e também a espectadores atingidos pelo queijo rolante.

Kabbadi

É o esporte nacional de Bangladesh. São dois times de 7 jogadores, num campo com uma linha no meio. Um dos times envia um jogador, que tem a missão de tocar nos adversários e retornar ao seu campo. Se os adversários impedirem-no de voltar, ele está eliminado do jogo.

Só um detalhe, o jogador atacante precisa prender a respiração durante sua performance. Para provar que o está fazendo, ele deve falar “kabbadi” seguidamente.

Buzkashi

Quiçá um dos esportes mais perigosos do mundo, praticado no Afeganistão e Quirguistão. É uma espécie de pólo masoquista. Ao invés da bola, usa-se uma carcaça sem cabeça de uma cabra ou um bezerro. Para afastar os outros jogadores, são usados CHICOTES. E ao invés de tacos, o jogador se abaixa, pega a carcaça e a arremessa para o gol.

Tejo

Praticado na Colômbia, é um esporte para lá de perigoso. Justamente por ser jogado com explosivos. Os jogadores atiram pedras em pacotes com explosivos que ocupam determinada configuração espacial, tentando mover os pacotes. Que podem explodir, claro.

Luta livre de camelos

Esporte popular na Turquia, porém não tão violento como a briga de galos. Dois camelos machos são colocados num ringue, sob os olhares atentos de uma fêmea no cio. O instinto faz os pobres bichos brigarem, e vence aquele que fizer o inimigo recuar, gritar ou cair.

The tough guy

“O cara durão”, é uma espécie de corrida desumana, realizada na Inglaterra, que dura entre 90 minutos a 5 horas, dependendo da forma física do participante e do seu limiar de dor. Começa com uma longa corrida de cross-country, para depois os participantes entrarem numa pista com obstáculos “do inferno”: cercas elétricas, túneis subterrâneos e subaquáticos, fogueiras, arame farpado e toneladas de lama. Para piorar, possui uma versão de inverno, com temperaturas abaixo de zero.

Carregamento de esposa

Simples como o nome diz, basta carregar a sua esposa num percurso de 250 metros, o mais rápido vence. Inicialmente uma brincadeira, tem até campeonato mundial anual, realizado na Finlândia. O peso mínimo da esposa é de 49 kg, o ex-jogador de basquete Dennis Rodman já participou (ele alugou uma esposa), e um dos prêmios é o peso da sua esposa… Em cerveja.

Bog Snorkelling

Parece simples, consistindo em nadar ida e volta numa trincheira escavada num trecho pantanoso e fétido, medindo 60 metros. Mas o participante tem que usar snorkels, máscara de mergulho, pé de pato e… Qualquer roupa que não seja de natação. Serve até terno e gravata.

Curling

Apesar de estranho, é esporte olímpico (de inverno). Vários discos ficam num círculo de gelo, e um jogador arremessa outro disco. Seus compatriotas carregam vassouras, e têm a missão de ir enxugando o gelo à frente do disco, para abrir caminho para o disco atingir seu alvo, que é expulsar os discos adversários do círculo.

Parede da morte

Um barril gigante de 30 pés de diâmetro, com grande profundidade e praticamente vertical é escavado no solo. O público fica na beira do barril e assiste a carros e motos numa performance a la globo da morte. O objetivo é chegar o mais alto possível na parede, até quase encostar no público. Muito popular na Índia.

Regata de abóboras

No Canadá, existe a chamada regata de abóboras, onde os participantes primeiro têm que escavar uma abóbora gigante, para criar um local onde possam navegar, e depois são lançados em um rio, onde saem remando em suas abóboras como se fosse um caiaque.

Concurso de Comedores

Não que seja um esporte, propriamente dito, mas existe até uma federação organizada. As categorias são as mais variadas, como melancias, ostras, cheesecake, lagostas, ovos cozidos, carne de porco com feijão(???), cérebros de vaca, manteiga, cachorros quentes, macarrão com chili, e maionese.

A recordista mundial de comer ostras, cheesecake, lagostas, ovos cozidos, carne de porco com feijão e outros chama-se Sonya Thomas. Ela pesa apenas 47 quilos.

E o recordista mundial de comer cachorros quentes, o japonês Takeru Kobayashi, comeu 53,5 cachorros quentes em DOZE MINUTOS.

Dwile flonking

Traduzir esse “esporte” é bizarro, eu não consegui. Uma pessoa fica no centro de uma roda de pessoas, com um pedaço de pau com um pano na ponta. Esse pano está dentro de um balde que contém cerveja. Os outros participantes ficam dançando ao longo da roda, ao redor da pessoa no centro, e esta tem que atirar o pano e acertar alguém.

Ah, sim, para completar, a pessoa no centro da roda está usando kilt, a famosa saia escocesa.

Corrida de cortadores de grama

Alguns tipos de cortadores de grama apresentam 4 rodas. Suas lâminas são retiradas, os participantes sentam nos cortadores e correm numa pista gramada. Os participantes devem ser membros da US Lawn Mower Racing Association.

Fonte: www.papodehomem.com.br

criado por cleitondecastro1    13:23 — Arquivado em: Saúde
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